quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

[rasa interseção]







































 (1)

 
quase chão . sobre o riso que trocamos com a lua e antes do espetáculo solar que te anima . do argueiro que fere também nossos olhos ao rastro feito de saudades e distâncias entre nós . cortamos o mundo em paralelos azuis . agora vivemos raro instante: simplesmente deixou de existir pra nós "o espaço que deixa o nada" cada vez mais próximo . resta-nos existência plena, jamais esvaziada em marco zero que não seja o nosso . sem saber, preenchemos nossos tempos-espaços . 


22.12.2012


Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva

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 (1) FONTE da imagem - http://pensamentoseespiritualidade.blogspot.com.br/2007_11_01_archive.html

terça-feira, 20 de novembro de 2012

[eu.entrecho]




  (1)



evanescente



..luz do tempo que urge resoluto, a travar batalha conosco..
império de agoras
e horas quase perdidas



sou só um mero entrecho
por onde passam
e me desgovernam
tempos vários
destituídos de manhãs
ou pássaros
que deveriam
ao menos
reger
meus arquivos



interseções



e o canto se perde
ao encontro
inevitável
de tuas seções
e bibliotecas
decididamente
ligadas a mim



caminhos nos levam
a memórias compartilhadas
onde a cada olhar
sozinho
ou coletivo
uma página de nossos sonhos
vai sendo escrita
no tempo do verbo
sempre presente


20.11.2012


Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva

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(1) IMAGEM - https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihl5IKgz0OAdENyogjnzSCwLmGRfLw_IqzmKQEoXOw7SrbPXHDj8Zt7Gzl4UxCRB14Lw6NlKrytpfSXsebj9qZ2FISee5hyphenhyphenSBc5-sfYme74U8V5w8ho9Fo6cu_-8rqgP75KufDXpAwff7-/s1600/reeds_by_durdenyr-d3cz85b.jpg

sábado, 17 de novembro de 2012

[estrelas despem azuis]


 
(1)
 
 
 
 
teu palco me espera em sombra
compasso de madrugada
essa e hoje


cantam pássaros em tuas manhãs
menos torpes do que ontem e
sê inteiro em riso

aura rebrilha saudade

destemperada por longe

curva se faz continental
ter um gira.mundo
resolve-me tarde

e sem tempo
revolto-me a esquecer
contornos de angústia

estrelas emprestam cores
suas, todas
de mim só azuis

 
 
09.10.2012

 
Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva
 
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(1) FOTO: acervo particular.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

[se]











 (1)
[se] se pudesses ver do lado de cá . há pouco para conhecer que já não saibas . se e sempre, maresia e dissabor . e se longe nos mostra todo dia, não tenho medo de distâncias . e se vivemos de marco.zero na memória, assim lembramos em denominador comum . se ao mar nos damos como destino temporário, resta-nos a sombra dos opúsculos desavisados . nossos reinos habitam tempos de paz e somente cabem em nosso peito . paira nesse ar de byte... rotos sons, soluços velhos, sandices já mortas de saudade . apagas a empáfia de sorrisos falsos . jaz em luz teu abandono por causas enraizadas . requeiro mão insurgente na qual plantei sementes de impossível .
13.11.2012
Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva
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(1) Imagem - http://belladecastro.blogspot.com.br/2010_10_01_archive.html

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

[DO FALSO] - microconto

















(1)





Como podia! Indigna-se! Terá o que tanto sonha, mas... Joga-a sobre a cama impecável. Nesse ponto, combinação perfeita, como se ambas estivessem sempre prontas: dos lençóis à roupa íntima. Tudo pronto há anos. Não podia negar o contentamento. Nas faces a trama casa com uma cor de falso pudor. Desfaz-se das roupas em um instante. Não importam. Passo a mão sobre o ventre com indescritível sentimento. Penso nessa sensação e imagino-a em outro contexto. Sinto o que deveria ter realmente acontecido e me vem involuntário alívio. Tiro do bolso um saquinho e derramo sobre ela todas as moedas. Ato lento, carregado, com atmosfera inédita até ali. Qual de nós seria capaz de esquecer aquela rara beleza, de temporalidade como que suspensa. Cintilância feito chuva dá ao momento um quê de mágica e espetáculo. Em um lapso de segundo os olhos de ambos permanecem ligados e chispam. Cada um a seu modo expressa o que é possível. Eles, nós e a perplexidade.



24.10.2012



Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva



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(1) IMAGEM: http://deusnomeuviver.blogspot.com.br/2012/04/o-exemplo.html

terça-feira, 25 de setembro de 2012

[avesso de um relicário]





(1)







noite . calçada molhada pelo mesmo orvalho que umedece as manhãs . neblina estacionada diante do nariz . coreto se faz testemunha da madrugada que chega . cidade adormecida sobre sonhos . pés desgovernados se perdem em poucos caminhos . lágrima sem esperança encontra o chão . sob a copa das árvores sombras espreitam sofrimento . janelas se fecham discretamente . ao longe o galo anuncia aurora . primeiras luzes rasgam o tempo que nasce mais uma vez em dia . vestidos longos carregam e derramam segredos de cada dama apressada . xales escorregam e são contidos antes de despirem sentimentos .




25.09.2012



Andréa do N. Mascarenhas Silva





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(1) Imagem - Aquarela de António Cruz: "Jardim de S. Lázaro" - disponível em <http://fotos.sapo.pt/jorgefiel/fotos/?uid=wJSNwog6lyet8G2nicoT#grande>

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

[limos velhos]

  (1)






[limos velhos] apressados estes passos que nos ultrapassam . levezas incertas nos erram no precipitar das manhãs . alcunha de pseudos dias azuis . franco desinteresse pelo caminho . raro.efeito repentino de te saber por perto . úmida vertigem desavisada que entra em nós . de papo pro ar nessa certeza pouco fluida . sem corpo definido pra cair nessa quimera só nossa . pouco espaço de palco e somente ensaiamos destinos . alumbramentos diuturnos a nos lembrar futuros . cargas intemporais são nossas heranças coletivas . no paço, na quinta, no solar sempre nos encontraremos, apesar dos tempos . almas alhures, aquém, entre.mar . estremecemos ante o calor daquela aurora certeira e que já nos acha preparados ao instante eternizado no olhar . sombra nos acolhe: madrugada . espelho nos consome: universo inteiro . ritos quedam desenganados: somos mais e o entrelace se faz certeza de imensidão .


06.09.2012


Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva

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sábado, 11 de agosto de 2012

[de olhos e distâncias]





(1)



carrego a paz de teus olhos congelados no instante do byte . universo possível . combinas muito bem fogo e frio à revelia da diferença . tua presença me alcança em voo silencioso com a noite . a distância prepara nosso tapete de estrelas, onde nos damos ao sabor dos ventos de ontem . tempo e passado não nos separam, como pensam e querem razão e espantos . vejo e me vês, sinto e me sentes impossivelmente, como vaticina esta palavra.nascente, caudalosa e quente como nosso peito no mais exato desse agora .



31.07.2012



Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva

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(1) FONTE DA IMAGEM: http://coreseoutrosamores.blogspot.com.br/

[de cegueiras e proximidades]

(1)


sim, teço instantes que não quero tangíveis . se bastam e me bastam se forem entre, ao redor, nas proximidades que me endereçam a ti . não sei se é preciso ser cego pra aprender a tatear outros sentidos . longe também se vê de olhos fechados . pela atmosfera do silêncio que emanas sou tocada . aprecio um cuidado amputado de gestos e ainda assim capaz de ultrapassar o tempo imposto . exalas presença mesmo na palavra técnica, no caminho que escolhes pra não coincidir exatamente, na indireta que ricocheteia e me acerta em cheio à tua revelia . não preciso de palavras líricas pra (re)conhecer teus sentidos: marejam por teus olhos e neles sou sereia indecisa . escolho o mar entre nós em que não se faz preciso ver pra confirmar presença .



01.08.2012



Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva

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(1) Foto: acervo particular da autora.

[universo quase]

(1)


de um lapso fazemos quimera . deixamos de trocar palavras constantes pra nos darmos ao olhar enviesado . já convencionamos nosso tempo particular . parece que nos contentamos com menos . não, já nos supre a abundância sinestésica que inventamos . elementar interpretação de nós não nos desvenda . vivemos um mistério em paralelo . à pouca luz, viajamos por outro escuro . sem pressa, fazemos nossa hora implodir dias rasos . quase ou pouco mais que nada nos rende universo só nosso . perto-longe, tanto faz: somos pele sensitiva à distância, arrepiada sob a expectativa de um pensamento simultâneo, de um coração à espreita e já não mais solitário . mira da tua janela o luar: o mesmo que agora recolhe nossos sentidos soltos ao vento .


04.08.2012


Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva


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(1) FONTE DA IMAGEM: http://meumodestouniverso.blogspot.com.br/2011/02/quase-nada.html

[jardins do meu sertão]

 


(1)


olhos pastam no verde da paisagem . do alto, a colina se mostra garbosa, com orgulho da vista que presenteia . passantes derramam flores que colorem suas saias e o chão vira outro . barrigudas floreiam de branco o pouco cinza que teima em aparecer ao longe . amarelos e azuis pintam encostas . estradas de chão dividem espaço com abundância de pedras e rico matiz de verde.pasto . carcaças de gado morto ficam esquecidas no chão onde a alegria vem se derramando em águas, lágrimas e chuvas . ouço a música da correnteza que já vem forrando o leito dos fios de rio . menina já brinca com os cabelos de milho em forma de boneca . jardins de meu sertão, retrato solto no rastro da imensidão .



06.08.2012



Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva

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(1) FONTE DA IMAGEM: http://jorgebichuetti.blogspot.com.br/2011/01/diario-de-bordo-rosa-do-rosa.html

[miniconto] SAGA

 


 
(1)



SAGA I - ENTRE NÃO SEI E SEI ...uma vez era inversão e pouco, ficou sendo sem querer para um tempo que não se mede . mudar, formar, ousar, eram outros ao cabo de si mesmos . pares, intelectuais talhados nas ondas do dion . vida e rumo diferentes .


Saga II - ENTRE FARPAS E DELICADEZAS ...reza a lenda que o amor continuou a reinar, "calmo e lépido", lá pr'as bandas de Monte Santo, incrustado nas rochas que ainda se chamam coração...



07.08.2012


Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva

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(1) FONTE DA IMAGEM: http://www.panoramio.com/photo_explorer#view=photo&position=48&with_photo_id=39588677&order=date_desc&user=3593361
FOTO DE: Jorge LN - Neblina no alto da serra (Monte Santo-BA) - direitos do autor.

[impacto]




(1)



resisto ao ar que me abala . caminho por estrada estreita sem vislumbrar atalhos . vai solto meu sorriso, deslocado, na rabiola de teus azuis . sei de outros tempos, da ronda de nosso carrossel que ainda volteia na memória . durmo.acordo à sombra de um paraíso talhado em tempo mais que perfeito . nosso coletivo se impõe mais do que a hora rarefeita em que nos vemos agora . salto em movimento antes de esquecer a sensação de nós que ainda reina em nosso entre.tempo .


10.08.2012


Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva

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(1) FONTE DA IMAGEM: http://cynthiamadonnita.files.wordpress.com/2011/10/2052225-3005-rec.jpg

segunda-feira, 23 de julho de 2012

[nascimento de azuis]



 (1)




| nascimento de azuis |



.atmosfera

cálida nostalgia de um quase dia  
lembrança de retratos anteriores  
luz rarefeita: paisagem

.enredo

vestido crescido, molhado
luz menina em pele fria
cor de areia sem contraste
parca luminosidade ou sol prestes a nascer

.conflito

passos acelerados
ausência de causa
vibrante coração vazio

.prece:

aurora pressente grito

.desfecho

espetáculo-luz
ensaio e
tímido bailado
espelho d’água e/ou céu

.sentimento

antes do cinza
intenso dourado e
teus azuis ofuscados

: dilema





(versão atualizada em 25/07/2018)


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.atmosfera.

cálida nostalgia de um quase dia . lembrança de retratos anteriores . luz rarefeita pela paisagem .



.enredo.

pelo vestido crescido e molhado deixava passar luz menina . pele fria se confundia com a cor da areia sem contraste . faltava a luminosidade do sol prestes a nascer .



.conflito.

passos acelerados sem causa . coração vibrante em meio a tanto vazio . prece e aurora pressentem seu grito .



.desfecho.

espetáculo de luzes ensaiam tímido bailado entre espelho d’água e céu .



.sentimento.

deixar de ser cinza pra ser intenso dourado e ofuscar teus azuis . dilema .





23.07.2012

 
 
Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva
 
 
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terça-feira, 17 de julho de 2012

[chuva e fogo]



(1)




minhas dores se sujam de frio . anoiteço em nosso tempo impreciso, diante de uma janela nova por onde vejo ontem e amanhã . passo sobre nossas veredas tristes com sentimento gélido, anterior à tristeza de hoje percorrê-las só . gotas do céu refazem na face o percurso de lágrimas já secas . áspero sofrer que agora se derrama entre água e lama . alentos me sustentam nesse chão forrado não só de nuvens . certeza de torrentes apenas do lado de fora . dentro, alimento lareiras com imagens que nunca se queimam . somos chuva e fogo inconsumíveis nos entrelaces desse sertão .



17.07.2012

 
 
Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva
 
 
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(1) http://tiagocostailustra.blogspot.com.br/2010/05/ilustracao-para-o-texto-chuva-de-fogo.html - Ilustrador: Tiago Costa

quarta-feira, 11 de julho de 2012

[convite]



(1)



meus pés convidam teus pés ao mar . princípio da noite, barra molhada pela chuva que irriga nossas memórias . depois de um banquete de versos, de estradas e distâncias, cumprimos nossa lei . ouvir nossos corações bem próximos, (re)encenar o espetáculo dos toques não mais disfarçados em quase engano . nossos pés já conhecem o traçado de nossos desejos . criamos um entre.lugar: real.imaginário . água salgada só nos fará bem lembrar de mais esse enlevo . sei lá estar .


11.07.2012



Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva


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terça-feira, 10 de julho de 2012

[caminho noturno]




(1)










noite fria me traz alento: penso em você acordado, lá pelas tantas, recordando outras noites frias, nossos passos lado a lado, quase madrugada . crescemos na distância e o tempo se faz de nosso amigo . posso ver você no exercício de outras dimensões, na labuta de novas poéticas mais ou menos existenciais . não perco o riso pela saudade . teu cheiro ainda invade a casa da memória... onde vivemos . vamos celebrar a imensidão que nos une e nos reserva espaços únicos pra cada instante de silêncio e sonho . escuta o rumor das horas que nos apressam para novos encontros insuspeitos: na página alheia, no recado do amigo, na carta escrita por outrem, nos versos de poetas imortais . alinhamos nossos tempo ao sabor dos toques: nossos ou das palavras sobre infinitos suportes . temos propósitos que não escondemos . nossa razão casa muito bem com essa falsa ilusão tão palpável .


 
08.07.2012
 
 
 
Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva
 
 
 
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(1) http://www.apenasbahia.blogger.com.br/ - do fotógrafo Adenor Gondim.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

[luz.estação]

(1)



estação . frio passa entre nós . espaços rasgados nas calçadas . vejo a paisagem de ontem pintada no muro e me vejo em espelho multicor . na rua os tempos se encontram e estamos lá .


luz . mirantes de mim por onde sinto a alma gélida . asas de borboleta anunciam dias difíceis . alcanço um fio de luz que não me contenta . ainda não sei ler as linhas tortas de Deus . espalho tantas sombras e estas tecem meus labirintos . inomináveis são tuas palavras que mais e mais evolam sem chegar até mim . temos a chave de outro mundo em que nossas línguas são irmãs . sem altos ou baixos nosso castelo se constrói sobre cada não . ignoramos ranço e poder que não mais nos paralisam .




encontamos nosso passado deslocado de lugar . atualizamos o som das palavras velhas . uma mesma sintonia foi recobrada: da pele aos olhos, da boca ao ouvido, em novas caminhadas . 





pisamos futuro distante em ensaio marcado por uma estação completamente estranha a nós . quero elaborar planos e que soem insanos . ter a palma da mão em forma de mundo e poder ainda dar as mãos .



27.06.2012 e 04.07.2012


Andréa do Nascimento Mascarenhas Silva


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(1) FONTE da imagem: http://diariosanimais.blogspot.com.br/2009/01/joo-estao-da-luz.html